Ano 2012 - Nº 81 | 14 de Maio de 2012
INFORMAÇÃO GERAL | Caso de sucesso
Anixter distribui solução de monitoramento de tráfego em Pernambuco
Até junho de 2010, 60 km de rodovia separavam Recife das praias do litoral sul do Estado de Pernambuco e do Complexo Industrial Portuário de Suape. Graças a um projeto financiado pela Odebrecht e pela Transportes Conélio Brennard, com a colaboração do governo do estado, hoje o percurso é muito mais rápido e econômico. Saiba como a Anixter colaborou para que estas duas regiões fossem conectadas por somente 6,2 km de rodovias.
Até o mês de junho de 2010, os motoristas tinham que rodar cerca de 60 quilômetros para irem de Recife até as praias do litoral Sul do Estado de Pernambuco e ao complexo industrial e portuário de Suape. Para facilitar e tornar mais rápido e econômico esse trajeto, a Rota dos Coqueiros - concessionária formada pela Odebrecht Transport e Grupo Conélio Brennard, em parceria com o Governo do Estado local, projetaram a Via Parque e a Ponte Arquiteto Wilson Campos Júnior, um moderno sistema viário que liga diretamente as duas regiões através de 6,2 quilômetros de rodovia. Porém para evitar problemas de tráfego, o  projeto conta com um Centro de Controle Operacional (CCO) de última geração, que monitora 100% das vias, durante 24 horas.
E para chegar a essa realidade, a concessionária investiu mais de R$ 600.000,00 na compra de equipamentos. Ao todo, a Rota dos Coqueiros adquiriu 20 mil metros de fibra ótica da Systimax, para formar um anel ótico em rede subterrânea; quatro switches layer 2 - utilizados para trafegar todos os pacotes de dados da concessionária-; e equipamentos de telefonia, todos da Avaya. Além disso, para estabelecer o Circuito Fechado de Televisão (CFTV), a concessionária adquiriu 50 câmeras da Pelco, sendo 20 delas com mais de um quilômetro de alcance e zoom óptico de 35 vezes, e outras 30 de outro modelo para serem utilizadas no controle interno dos setores operacional, administrativo e das duas praças de pedágio da Rota dos Coqueiros. A empresa responsável pelo projeto foi a Mirabit e  a instalação dos equipamentos ficou por conta da TSA. Toda essa infraestrutura foi distribuída pela Anixter Inc., líder mundial em distribuição de soluções de comunicação e segurança e de cabos elétricos e eletrônicos, que já fornecia produtos para outras obras da Odebrecht através de seus parceiros integradores.
Segundo a concessionária, a Anixter foi escolhida porque ofereceu todos os equipamentos necessários com qualidade e rapidez na entrega, além de ter auxiliado na escolha dos produtos, facilitando e agilizando o desenvolvimento do projeto. "Sempre pensamos no escopo total para oferecer a solução completa para nossos clientes, prevendo, inclusive, as necessidades que podem aparecer futuramente", explica Augusto Barretto, Location Manager na Anixter para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, completando: "A Anixter seria o fornecedor  apenas das fibras ópticas, porém percebemos que isso era pouco. Fizemos um pacote completo com todos os equipamentos necessários, otimizando os investimentos e tornando a aquisição e a implantação mais rápidas e eficientes".
A infraestrutura de rede adquirida pela concessionária garante o alto desempenho e disponibilidade dos sistemas. Todos os dados, como transações financeiras e telefonia, estão ligados ao CCO e são transportados por meio dessa rede segura. Em paralelo, no Centro é possível monitorar todas as câmeras e controlar tudo o que está acontecendo na via em tempo real. O principal objetivo das câmeras é monitorar o tráfego, interferindo em casos que possam ocasionar retenções ou congestionamentos. "Com o CFTV, temos a possibilidade de aproximar a imagem e ver nitidamente a placa do veículo no caso de alguma infração por parte do motorista. Neste momento, tomamos as providências necessárias para sanar o problema", declara Ruyther Parente, coordenador de TI da Rota dos Coqueiros.
De acordo com a concessionária, dois operadores por turno, durante todo o dia, monitoram todas as câmeras do CCO e recebem ligações pelo Serviço de Atendimento ao Usuário. Esses operadores podem acionar serviços como polícia Rodoviária, Corpo de Bombeiros, entre outros, sempre que houver necessidade de intervenções operacionais.
"Esse é um projeto cujo investimento traz retornos imediatos porque agiliza a tomada de decisões e reduz gastos com deslocamentos de profissionais para analisar o problema in loco. Tudo é monitorado em tempo real com soluções em tempos recordes, ou seja, é um projeto modelo, de alta tecnologia", resume Barretto.
 
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