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Em uma indústria em constante evolução como a dos sistemas de transporte de informação, onde as necessidades e requisitos são tão diversos, é preciso contar com um denominador comum que dê apoio às tarefas de instalação dos integradores e que garanta o funcionamento que o usuário final deseja e requer de sua rede.
No caso específico dos data centers, apesar de serem tão variados quanto as organizações que os administram, devem contar com uma infra-estrutura de cabeamento que atenda as preocupações comuns, por exemplo, como administrar uma grande quantidade de cabos em um ambiente que muda de maneira constante, selecionar cabos com largura de banda suficiente e rotear o cabeamento de forma eficiente através de toda a instalação.
Além disso, nos data centers todos os dispositivos devem estar cabeados entre si com múltiplos cabos, por isso se torna imprescindível uma estratégia eficaz de administração de cabeamento. O data center de uma corporação de tamanho médio pode ter de 50 a 100 servidores, enquanto que o de uma instituição financeira grande pode contar com centenas deles. Isto significa que as quantidades de cabo são extremamente altas, especialmente nas áreas de distribuição horizontal e principal.
Alguns pontos essenciais para uma administração bem-sucedida
1. Começar com estruturas resistentes, projetadas para suportar grandes equipamentos de rede e painéis associados para conexões cruzadas. Adicionar patch panels para cobre e gabinetes para fibra ótica, de acordo com o número de portos projetado, e administradores de cabo para roteamento horizontal e vertical.
2. Não subestimar o valor dos administradores de cabo, já que protegem os cabos, evitam que bloqueiem as interfaces dos equipamentos e os ventiladores de resfriamento, controlam o raio de curvatura, dão uma aparência organizada, melhoram o roteamento e facilitam o rastreamento. Por isso é recomendável selecioná-los de acordo com as tabelas de capacidade de área útil, que indicam quantos cabos serão alojados, em base à regra de 40% da capacidade útil.
3. Eliminar arcos ou curvas agudos e buscar uma solução projetada com controle de raio de curvatura, para ajudar a prevenir enrosques e esquinas agudar que possam criar obstáculos para o desempenho do cabo e causar danos a longo prazo.
4. Implementar um esquema de códigos de cor para cabos e portos, de maneira que possam ser identificados rapidamente.
5. Agrupar os cabos comuns utilizando braçadeiras para cabo, fixando os cabos aos acessórios de suporte em racks e bandejas para cabo.
6. Utilizar produtos de cabeamento compatíveis com os equipamentos de rede.